Em rondas realizadas pela guarnição da Polícia Militar no bairro Industrial, em Seara, na madrugada desta segunda-feira (07), visualizou uma mulher debruçada na janela do carona de um VW/Gol de cor branca, com cinco homens no interior. Ao visualizarem a viatura, o veículo arrancou, não sendo possível a abordagem, pois a guarnição já possuía a […]
Em rondas realizadas pela guarnição da Polícia Militar no bairro Industrial, em Seara, na madrugada desta segunda-feira (07), visualizou uma mulher debruçada na janela do carona de um VW/Gol de cor branca, com cinco homens no interior.
Ao visualizarem a viatura, o veículo arrancou, não sendo possível a abordagem, pois a guarnição já possuía a informação por meio de usuários de que a mulher traficava na localidade, dando prioridade a abordagem da mesma. Durante a abordagem, a mulher negou possuir ter passagens por tráfico e de estar portando drogas. Em uma revista a sua bolsa, constatou-se dentro de um tubo, quatro bagas de maconha.
Diante dos fatos, foi solicitado o apoio da Bombeira Civil para realizar uma revista mais apurada, momento em que a mulher entrou em desespero, sendo encontrado dentro do sutiã da autora, um torrão de 27,7g de substância análoga a maconha. A revistada demonstrou bastante agitação quando a guarnição solicitou o aparelho celular para verificar se havia dinheiro na capa do mesmo, onde a mesma negou-se a entregar. Nesse instante, diversas mensagens estavam chegando em seu aparelho. Foi possível encontrar com a mesma, a quantia de R$100.
Diante do local, das circunstâncias, da quantidade, dos antecedentes, e das condições da abordagem, a mesma foi conduzida para Delegacia de Concórdia. Durante o trajeto, a guarnição desconfiou que poderia haver mais entorpecentes com a mesma, vindo a autora a assumir estar em posse de 1,5g de cocaína no sutiã, sendo necessário acionar a soldado PM de Concórdia para uma revista mais minuciosa, sendo encontrado mais 1,6g de cocaína.
Por fim, a mulher e substâncias foram entregues na Delegacia de Concórdia. A mesma manifestou o direito de não abrir o celular, pois há conversas que produzem provas contra si. Ocorrência filmada por câmera policial.