Nesta quarta-feira (02) completam dois meses da angustia vivida pela família da concordiense Roseli Stoll. Desde o início de dezembro de 2021 os familiares tentam localizar o corpo de Roseli, de 38 anos de idade, morta pelo ex-companheiro. O autor foi indiciado após confessar o assassinato e ocultação de cadáver. O mesmo foi denunciado pela […]
Nesta quarta-feira (02) completam dois meses da angustia vivida pela família da concordiense Roseli Stoll. Desde o início de dezembro de 2021 os familiares tentam localizar o corpo de Roseli, de 38 anos de idade, morta pelo ex-companheiro.
O autor foi indiciado após confessar o assassinato e ocultação de cadáver. O mesmo foi denunciado pela Justiça e está preso aguardando julgamento.
Relembre o caso
Com o desaparecimento de Roseli no dia 02 de dezembro de 2021 Roseli a Polícia Civil descobriu que o ex-companheiro abordou ela na área central da cidade no dia em questão, e na casa dele, durante a noite, cometeu o feminicídio provocando asfixia com um cinto. O autor evadiu-se do local, mas foi preso na noite do dia 07 na região de Antônio Prado, RS, onde acabou confessou a autoria do crime.
Durante a confissão, o homem relatou aos policiais que havia amarrado uma pedra no corpo de Roseli e afundado no lago formado pela Usina de Itá, na região de Entre Rios, comunidade do município de Alto Bela Vista.
Com a notícia da morte a única esperança da família era a de encontrar o corpo o mais rápido possível. Uma operação de buscas foi iniciada pelos Bombeiros Militares de Piratuba. O trabalho também contou com bombeiros mergulhadores de Capinzal, Joaçaba, Curitibanos e de Pinhalzinho. Embarcações e equipamentos como sonar, câmera subaquática e garatéias foram empregados nas buscas, mas o corpo não foi encontrado. Cães farejadores dos Bombeiros e do Gorsc, Grupo de Operações, Resgate e Salvamento de Concórdia, também auxiliaram, dando indícios de que o corpo foi realmente levado ao local.
Depois de 10 dias consecutivos de atividades no lago e sem encontrar Roseli, os bombeiros suspenderam o trabalho. Momento em que a própria família, com auxílio de amigos e moradores ribeirinhos, decidiu seguir com as buscas. Por mais de 30 dias, grupos se revezaram e navegaram pelo lago diariamente, mas sem sucesso.
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