Em homenagem ao Dia do Colono e Motorista, o Lance Seara conta a história de personagens que contribuem para o desenvolvimento da região. Essa é a história de Cleiton Ademir Hartmann, o popular Batoré, apelido que surgiu antes mesmo de entrar para o ramo. Ouça: Caminhoneiro há, aproximadamente oito anos, o motorista viaja para os países […]
Em homenagem ao Dia do Colono e Motorista, o Lance Seara conta a história de personagens que contribuem para o desenvolvimento da região.
Essa é a história de Cleiton Ademir Hartmann, o popular Batoré, apelido que surgiu antes mesmo de entrar para o ramo.
Ouça:
Caminhoneiro há, aproximadamente oito anos, o motorista viaja para os países do Mercosul, mais precisamente para o Chile.
– O lugar mais longe que fui até hoje foi para a Patagônia, em Puerto Natales e Punta Arenas. Minha carga mais carregadas são de frios, tipo peixe e cargas de frango e suíno – explica.
Após anos de estrada, Batoré destaca já ter presenciado diversos acidentes, mas que um lhe chamou atenção.
– Nesse tempo de estrada já vi um pouco de tudo, um deles foi um acidente que aconteceu na minha frente na BR-153 no estado de Minas Gerais com vítima fatal. São cenas que a gente nunca esquece, mas graças a Deus nunca fui assaltado e nunca sofri nenhum acidente, apenas uma vez furtaram meu bujão de gás em Paranaguá – destaca.
Ainda, o motorista ressalta a importância de ‘pensar bem’ aos jovens que desejam seguir neste ramo.
– Hoje nossa classe é difamada demais pela população, não temos nenhuma consideração, chegamos em muitas empresas e não temos um banheiro descente para tomar ou simplesmente para as necessidades básicas. Não é fácil, cada dia é uma nova luta pelo nosso espaço e valorização da classe – enfatiza.
