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Lance Notícias | 17/10/2021 11:31

17/10/2021 11:31

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Pais que residem em Seara relatam experiência ao descobrir gravidez de gêmeas

Você já parou para pensar na probabilidade de ter filhos gêmeos?  Existem alguns fatores que podem influenciar nisso. Também chamada de gestação gemelar, a probabilidade maior está associada ao caso da família da mulher já existir algum caso de gêmeos. Essa é a história de Djési Moschetta, de 30 anos e Rafael Moschetta, de 38 […]

Pais que residem em Seara relatam experiência ao descobrir gravidez de gêmeas

Você já parou para pensar na probabilidade de ter filhos gêmeos?  Existem alguns fatores que podem influenciar nisso.

Também chamada de gestação gemelar, a probabilidade maior está associada ao caso da família da mulher já existir algum caso de gêmeos.

Essa é a história de Djési Moschetta, de 30 anos e Rafael Moschetta, de 38 anos. Casados desde março de 2016, em 2017 suas vidas mudaram, como posso dizer, duplamente?!

– Ficamos sabendo que era uma gestação dupla ainda no primeiro ultrassom. Algumas semanas depois descobrimos que era duas meninas. No momento ficou difícil acreditar, ficamos muito emocionados ao saber que eram gêmeas, nunca imaginamos – comenta a mãe das meninas.

Com casos de gêmeos na família de Djési, em 21 de fevereiro de 2017 nasceram as irmãs Laís e Júlia Moschetta, gêmeas bivitelinas, ou seja, totalmente diferentes.

A escolha dos nomes foi dos próprios papais corujas. Segundo Rafael, pai das gêmeas, Laís e Júlia, não tiveram influências de familiares na escolha.

– Por serem gêmeas diferentes, nós decidimos por nomes bem diferentes também. Primeiro escolhemos o da Júlia e depois o da Laís – explica Rafael.

Quando um bebê chega em um lar, muitas adaptações são feitas. O que acontece quando chegam dois?

– No início, tivemos bastante ajuda das nossas famílias. Por serem duas, necessitava um pouco de mais atenção, mas podemos dizer que foi tranquilo – diz Djési.

Ao completar de 37 semanas, muitas rastros pela casa anunciavam a chegada das meninas. Berços, roupas, sapatos, tudo em dose dupla esperando pelas meninas.

Com exato um minuto de diferença, Laís nasceu primeiro, às 11h47, com 2.615 kg. Sessenta segundos depois, chega ao mundo Júlia, às 11h48, com 2.525kg. As irmãs nasceram em Seara, saudáveis e mostrando que eram gêmeas, as duas mediam 44 cm.

Gêmeas bivitelinas, as meninas são uma o contrário da outra. Segundo os pais, Laís, um minuto mais velha, é mais calma, delicada e muito carinhosa.

– A Laís gosta de coisas que lhe faz prestar atenção, gosta de desenhar e contar a história dos desenhos que faz, gosta muito de animais e brinquedos de pelúcia. Gosta de brincadeiras que exigem esforço físico, por exemplo, pular – comenta Rafael.

Ao contrário de Laís, a gêmea Júlia é mais ativa, gosta muito de conversar e interagir com as pessoas. É super normal se você passar por ela na rua e ela lhe dizer oi, tá?!

– A Júlia também é muito carinhosa e espontânea. Ela gosta de brincadeiras que à desafiam, tipo um quebra-cabeça e outros jogos de montar – comenta Djési.

A lei de vestir as irmãs gêmeas iguais vigora na família

Já passou na rua e viu duas crianças vestidas iguais? Esta ação caracteriza bastante os irmãos gêmeos, principalmente as meninas. Os papais, Rafael e Djési adoram de vestir as irmãs iguais, e elas gostam também. Segundo o casal, é muito fofo ver as duas bem iguaizinhas.

– Elas sempre falam o que querem ser quando crescer, mas sempre mudam as profissões. Um dia querem ser bailarinas, no outro médica, veterinária, professora, e por aí vai – explica Djési.

Frequentando à creche desde os seis de vida, os pais comentam que as irmãs gostam muito de ir para à aula.

– Elas estão sempre dispostas para ir no jardim de infância. É muito importante para desenvolvimento educacional e pessoal delas. Adoram os coleguinhas e as professoras, chegam em casa e sempre comentam das atividades. Em casa, sempre estamos ensinando algo a mais – comentam.

Deste modo o tempo vai passando. Com quatro anos e oito meses, Laís e Júlia adoram estar juntas, gostam de fazer amigos novos, estar com os avós, dindos e com o papai Rafa e a mamãe Djési. Além disso, as meninas adoram fotos.

– Sempre vamos fazer algumas fotos elas escolhem as poses, são muito vaidosas, gostam fazer vídeos e mandar mensagens no WhatsApp – fala.

Os papais ainda acrescentam sobre o trabalho multiplicado por dois, com as gêmeas.

– É um pouco mais trabalhoso por serem dois bebês, mas a benção em ter gêmeos, com certeza, faz cada segundo vale a pena. Filhos são para vida, são nossos corações fora do peito – finalizam.

É, ter um irmão gêmeo é a certeza de nunca estar sozinho. Laís e Júlia, são provas disso. Cada uma com sua personalidade fazem a história ser ainda mais interessante e ganhar mais capitulos todos os dias.

     

Essa foi a história das gêmeas Laís e Júlia, de 4 anos.
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