Gabriel de Macedo, de 12 anos de idade teve sua perna amputada após descobrir uma doença rara chamada osteossarcomas óssea, a mesma consiste em um tumor maligno ósseo mais frequente na infância e adolescência. Segundo os médicos, a amputação foi necessária para tirar a raiz do câncer. A equipe de jornalismo do Lance Seara entrou em contato com […]
Gabriel de Macedo, de 12 anos de idade teve sua perna amputada após descobrir uma doença rara chamada osteossarcomas óssea, a mesma consiste em um tumor maligno ósseo mais frequente na infância e adolescência. Segundo os médicos, a amputação foi necessária para tirar a raiz do câncer.
A equipe de jornalismo do Lance Seara entrou em contato com Gabriela, irmã do menino.
Segundo ela, há, aproximadamente, um ano e meio, Gabriel estava jogando bola com uns amigos quando acabou caindo e machucando o joelho.
– Aquela vez ele logo se recuperou e estava bem. No ano passado, no mês de abril para maio, ele estava jogando bola e novamente caiu, desta vez a perna ficou bem inchada, principalmente na região do joelho e sentia bastante dor – explica.
Assim, a família acreditava que com a queda, Gabriel tivesse tirando o joelho do lugar. Tempo depois, o joelho ainda não havia sarado e Gabriel ainda sentia muita dor.
– Tinha dias que ele não conseguia caminhar direito pois sentia fortes dores na perna, então minha mãe resolveu levar ele no hospital, vimos que não era normal – fala.
Gabriela ressalta que no hospital foi feito Raio-X, assim constatando alterações nos exames e que seria necessário um exame mais detalhado.
– Com esse diagnóstico, ele foi encaminhado para mais exames foi constatado que se tratava de um osteossarcomas óssea. A partir disso começamos o tratamento – destaca.
Segundo Gabriela, a família conseguiu ajuda através do SUS e que logo conseguiram marcar consulta para Gabriel no hospital da criança, em Chapecó.
– De lá, ele foi acompanhado pelos médicos para quimioterapia e exames além de encaminharam para Florianópolis – diz.
Há 10 dias, Gabriel precisou passar por cirurgia e tem acompanhamento, duas vezes por mês, em Florianópolis, para ser novamente avaliado pelos médicos. A família destaca que já organiza para adquirir a prótese para o menino, a qual irá ajudar na sua locomoção.
– Estamos correndo atrás para ver da prótese dele, nisso tive a ideia de organizar uma rifa, estivemos passando em vários comércios da cidade para pedir doações de prêmios e criei a vakinha on-line para ajudar arrecadar o valor necessário – ressalta.
Com o quadro de saúde estável, Gabriel realiza as atividades da escola em casa até se recuperar.
– Além da prótese, ele precisa fazer mais umas sessões de quimioterapia, até melhorar bem. Se Deus quiser, logo ele estará bem e com a prótese dele vai poder ter uma vida normal novamente – enfatiza.
Ajude Gabriel doando na vakinha on-line clicando AQUI!
