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Lance Notícias | 03/11/2021 19:00

03/11/2021 19:00

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Dia do Cabelereiro: conheça o jovem de Seara que deixou o emprego e abriu sua própria barbearia

Um jovem searaense de 28 anos, é filho de uma antiga cabelereira que sempre o incentivou a seguir no mesmo ramo, foi então que ele começou a fazer cortes em casa. Felippe Rubert, já trabalhou na área de manutenção industrial durante nove anos, neste período, acabou tendo de trocar muitas vezes de turnos, e percebeu […]

Dia do Cabelereiro: conheça o jovem de Seara que deixou o emprego e abriu sua própria barbearia

Um jovem searaense de 28 anos, é filho de uma antiga cabelereira que sempre o incentivou a seguir no mesmo ramo, foi então que ele começou a fazer cortes em casa.

Felippe Rubert, já trabalhou na área de manutenção industrial durante nove anos, neste período, acabou tendo de trocar muitas vezes de turnos, e percebeu que isto estava atrapalhando sua vida em família e também sua rotina religiosa.

Então, foi quando ele decidiu abandonar este trabalho e começar a estudar e fazer especializações na área de barbearia, presenciais e on-line. Os cursos o ajudaram não somente em como fazer um bom corte, mas também, em como atender e cuidar da parte financeira, para que ele viesse progredir em seu negócio.

Em maio de 2019, Felippe conseguiu abrir sua própria barbearia, com o apoio de seus familiares e amigos. Na época, ele e sua esposa estavam pagando sua casa, então eles tinham esse compromisso. O jovem comenta que o apoio dela foi essencial, pois mesmo tendo que trabalhar em dois empregos, ela o ajudou a dar continuidade no plano dele de abrir seu próprio negócio.

A poucos, Felippe foi se esforçando para entregar um ótimo atendimento aos seus clientes, o que resultou na divulgação dos mesmos para outros amigos, em redes sociais, folders e rádios.

O jovem comenta que no início da pandemia foi um momento muito difícil, pois teve de fechar sua barbearia por três semanas, o que futuramente, gerou prejuízos. Em seguida começou a vacinação da população, o que acabou normalizando a situação.

Felippe comenta que mesmo passando por várias dificuldades não tem dinheiro que pague a felicidade de estar fazer o que se gosta.

— Ver o rosto de satisfação e ouvir palavras de agradecimentos junto de elogios dos clientes, torna-se ainda mais satisfatório todo o trabalho realizado — comenta.

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