A Escola Núcleo Lira Camilla Petry realizou ao longo da manhã desta quarta-feira (01), a I Mostra Científica. Ao todo, cerca de 70 alunos estão envolvidos nas experiências com 23 grupos de apresentações. A equipe de jornalismo do Lance Seara esteve acompanhando as apresentações e conversou com o responsável da feira, professor Ricardo Gabiatti. Segundo […]
A Escola Núcleo Lira Camilla Petry realizou ao longo da manhã desta quarta-feira (01), a I Mostra Científica. Ao todo, cerca de 70 alunos estão envolvidos nas experiências com 23 grupos de apresentações.
A equipe de jornalismo do Lance Seara esteve acompanhando as apresentações e conversou com o responsável da feira, professor Ricardo Gabiatti.
Segundo ele, todos os projetos estão relacionados com os conteúdos que a escola trabalha desde o início da formação dos estudantes.
– A confecção dos projetos em si começou, há aproximadamente, três meses, com participação dos alunos do 6° a 9° ano – explica.
As experiências apresentadas ao longo da manhã desta quarta-feira (01), estão relacionadas a química, física, biologia além de envolver a iniciação cientifica e etapas do método cientifico.
– Tem projetos que envolve energia estática, que envolve o uso de limões pra gerar energia, fenômenos físicos como uma lata que implode, saindo de material quente indo para o frio – fala.
O professor ainda explica as etapas de estudo e analise para que então, o projeto fosse realizado.
– Todos os projetos foram desenvolvidos pelos alunos a partir de orientações, por meio de edital de regulamentos. Os estudantes fizeram suas pesquisas e elaboraram uma apresentação, após, os trabalhos foram avaliados e liberados ou não para confecção, pois alguns continham periculosidade ou o uso de substancia física, fogo, explosões – destaca.
Ricardo ainda ressalta que o trabalho foi totalmente extraclasse, sendo a I Mostra Científica da Escola Núcleo Lira Camila Petry em caráter experimental, para que, possivelmente, nos próximos anos poder expandir – conclui.
Entre os projetos, destaca-se o das bolhas explosivas de Victor Rubert Andriolli, de 13 anos, estudante do 8° ano.
– Minha experiência usa a eletrólise, processo que gera energia entre uma fonte e acaba ocasionando um curto circuito dentro da água gerando bolhas. Assim, ele vai gerar dois gases que é o hidrogênio, gás inflamável, e o oxigênio, caso acender irá estourar – explica.
Confira os projetos destaques:

O projeto de Shayane Luísa Junges e Ana Paula Siebeneichler, alunas do 8° ano também está entre os destaques.
– O óleo e a água não se misturam, então quando colocamos o efervescente dentro da água, ele libera gás carbônico que vai para a superfície da água, sendo assim, o resultado são estas bolhas, quando o gás acaba ele volta – comenta.

Vídeo: experiência
Acesse: facebook/LiraCamillaPetry