Ao contrário da maioria dos casais que gostam de viajar, ir ao shopping, tomar sorvete, o casal Marcelo Soares de 38 anos e Juliana Andressa Cassol Soares também de 38 anos gostam da vida sobre rodas. Juliana é natural de Concórdia e Marcelo é natural de Seara, mas foi morar para Concórdia onde o casal […]
Ao contrário da maioria dos casais que gostam de viajar, ir ao shopping, tomar sorvete, o casal Marcelo Soares de 38 anos e Juliana Andressa Cassol Soares também de 38 anos gostam da vida sobre rodas.
Juliana é natural de Concórdia e Marcelo é natural de Seara, mas foi morar para Concórdia onde o casal se conheceu e são casado a mais de 20 anos, e atualmente moram em Engenho Velho, interior de Concórdia.
Marcelo começou na trilha a sete anos atrás quando foi convidado por um tio da Juliana que acabou emprestado moto e os equipamentos pra ele participar do 1º encontro de trilheiros, e ao chegar em casa, estava decidido em comprar a moto e os equipamentos e assim começou a participar dos encontros.
Já Juliana, começou a participar por causa de Marcelo, ele achou que ela fosse gostar e assim praticariam juntos. Ela gostou tanto que está no esporte há quatro anos.
— No começo não foi fácil, pois a trilha tem bastante obstáculos como descidas, subidas, pedras, barro que faz com a trilha fique escorregadia e também fazer trilha na poeira não e fácil, mas com tudo isso me apaixonei pelo pelo esporte e o Marcelo sempre me ajudou e me incentivou — comenta Juliana
O casal participa do grupo de trilheiros Aro Torto e sempre são apoiados pelas filhas, Júlia e Laura, que sempre que podem, acompanham os pais.
— Pretendemos continuar no esporte por um bom tempo, pois é nele que encontramos diversão — destaca o casal.
Em 2019, Juliana foi convidada para participar da Copa Oeste de Enduro Fim, onde ficou vice-campeã, a mesma coisa aconteceu em 2021. Ela passou por dificuldades, mas resistiu a todas, porque o esporte cobra muito esforço físico e resistência do piloto.
— Sempre que podemos participar dos encontros de trilheiros estamos lá. É um lugar onde se divertimos muito, chegamos em casa sujos mas de alma lavada — ressalta Juliana.
O casal deixa um recado:
— Para praticar a trilha não basta apenas ter tempo e amor ao esporte, é preciso ter coragem e determinação. Agradecemos as amizades que fizemos nas trilhas e encontros, pois foram muito importante para nós e sempre ajudaram — conclui.



