O encontro dos pais com o filho é tido como um dos melhores momentos da vida do do casal, e para o casal Márcio Moscon e Maria Elisa de Oliveira não foi diferente. Maria é natural de Seara, Márcio é natural de Ipumirim. Após dois anos de união, o casal foi surpreendido com a notícia […]
O encontro dos pais com o filho é tido como um dos melhores momentos da vida do do casal, e para o casal Márcio Moscon e Maria Elisa de Oliveira não foi diferente. Maria é natural de Seara, Márcio é natural de Ipumirim. Após dois anos de união, o casal foi surpreendido com a notícia da chegada da pequena Silvia.
– Um dia comecei sentir muita dor de ouvido, fui na farmácia comprei um remédio para acalmar a dor e decidi fazer almoço. Tempo depois, começou coceira em todo corpo, no início não dei muita atenção, mas foi ficando cada vez pior – explica.
Maria ainda ressalta que quando controlou a coceira no corpo, sentiu um forte mal-estar. Assim, não pensou duas vezes e buscou ajuda médica.
– Meu marido me levou no hospital, naquele momento eu sentia todo meu corpo inchar. Quando fui atendida, o médico pediu se eu tinha alergia algum remédio, mas nunca tive problemas com isso. Mesmo assim, tive que vomitar aquele remédio que tinha tomado – fala.
Com a dúvida da alergia ao remédio ou a outro fator que poderia ter causado as reações, o médico sugeriu um exame de sangue.
– Ele disse que tinha suspeita de uma gravidez, minha ficha nem caiu na hora. Então fiz o exame e a suspeita se confirmou, Silvia Vallentyna Moscon estava a caminho – destaca.
O casal diz não estar planejando a gravidez para o período, mas que a surpresa foi ótima e que toda família celebrou.
– Abri o exame junto com meu marido, foi uma reação maravilhosa, choramos juntos – fala.
A gestação, segundo Maria, foi muito tranquila. Todos os exames em dia, aguardando a chegada da pequena para o dia 23 de fevereiro.
– No dia 30 de janeiro Silvia já avisou que chegaria antes. Quando ela nasceu, nós descobrimos a fissura. Em nenhum ultrassom detectou a má formação dos lábios, até por que ela sempre estava com a mão na frente da boca – comenta.
Com vários casos de fissura labiopalatinas presente na família do marido, Maria e Márcio sabia que a genética poderia prevalecer.
– Para realizar a 1° cirurgia, a minha filha precisa ter cinco meses completos. Estávamos indo para Joinville no Centrinho, assim vamos fazer o acompanhamento dela até poder realizar a cirurgia – enfatiza.
Segundo os papais de primeira viagem, ambos estão tranquilos quanto a realização de duas cirurgias, uma primeira para fechar o lábio e a segunda que será dentro da boca fechando o palato, quando tiver um ano e seis meses.
– Silvia é um presente, estamos muito felizes com a chegada dela. O nome dado é em homenagem a minha falecida mãe – conclui.
Confira fotos da família


